O cerne da interseccionalidade
Para quem conhece a palavra, já ouviu, estudou sobre tem uma breve noção sobre a teoria interseccional. Teoria cuja qual discorre sobre a sobreposição, de identidades sociais, sistema de opressão ou discriminação.
Avaliando os estudos sobre interseccionalidade, analisando dados é possível que se compreenda o epicentro, com enormes setas expondo todos os dias e sendo relativizado por pessoas, até mesmo, de dentro dos movimentos que são considerados minorias.
Para quem ainda desconhece, esse breve texto busca exemplificar da forma mais simples e sucinta, o cerne da interseccionalidade que caminha de mãos dadas, com o maior genocídio já cometido pelo ser humano e que está em plena atividade, a diáspora negra.
Os movimentos socioculturais, brigam por visibilidade e igualdade, no entanto dentro desses movimentos ocorre a inviabilização das causas do movimento negro, onde acaba se repetindo a estrutura social patriarcal que se estabeleceu com o processo escravagista dos negros e povos originários, seguindo esse viés o aforismo da filosofa Sueli Carneiro se torna uma máxima necessária nos movimentos “entre direita e esquerda, sou negro”.
Seguindo essa linha de estudo, observa-se que no último mês de julho do ano vigente, foi publicado pelo monitor da violência que no brasil, a cada 13 minutos morre uma pessoa negra de forma violenta e intencional informação essa acompanhado de silencio desses movimentos, corroborando com o fato de que mesmo os movimentos refletem atitudes segregacionistas.
Com isso a dissuasão do contexto de interseccionalidade se faz necessário para que a luta de um se torne a luta de todos.
Referência Bibliográfica: https://g1.globo.com/ba/bahia/noticia/2021/07/15/bahia-e-o-2o-estado-com-maior-taxa-de-morte-violenta-intencional-a-cada-100-mil-habitantes-diz-anuario-da-seguranca-publica.ghtml
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