segunda-feira, 28 de junho de 2021

 O benefício do uso de óleos essenciais.


O Tratamento medicinal, terapêutico, homeopático que consiste na aplicação de ervas, raízes, plantas medicinais e nos sub extratos produzidos através de manipulação humana e orações, é uma das formas mais antigas de tratamento, prevenção e cura de doenças. Esse conhecimento ancestral continuamente está no centro de polemicas cientificas, debates entre ciência e espiritualidade, tratamentos fitoterápicos que apresentam efeitos positivos e em períodos de surtos de doenças altamente contagiosa, como a atual crise sanitária do CovSars2 - covid19 -, esses assuntos costumam aparecer no centro das conversas onde: são questionados os meios de tratamentos homeopáticos e os seus efeitos; Outrossim: Onde são elogiados e apontados como cura de diversas doenças que aparecem e comorbidades pré-existentes nos indivíduos que são zonas de risco.  

Embora essa pratica seja comum na vida do brasileiro, com maior incidência na população que habita a área mais rural do país, entretanto a sociedade brasileira é constituída a partir de uma sociedade constituída na atividade rural e a maior parte da sua população vivia nessas áreas até a década de 60, passando a ter maior população na área urbana a partir da década de 70, segundo a investigação acadêmica do mestrando Leonardo Gobbi e publicada no G1; Vem sendo resgatada pelos praticantes da medicina naturalista, que propõe a cura outrossim a retomada do ser humano ao contato com a natureza. Historicamente utilizada com maior incidência nas culturas nativas e nas culturas diaspóricas, a pratica do tratamento homeopático no Brasil está associada a essas duas culturas ancestrais e seculares fazendo uso das plantas para banhos, produção de óleos, chás e alimentação.  

O envenenamento do ser humano por remédios halopaticos tem diminuído após o aumento dos estudos acadêmicos sobre as ervas, plantas e alimentos medicinais a partir do século XX, Segundo a pesquisadora, Fernandes, Tania Maria a pratica da aplicação de boticas, é utilizada no brasil, pelos jesuítas como atividade medicinal desde 1640. A colonização associada ao preconceito e os quase quatro séculos de escravidão, tornava inviável e invisível a pratica medicamentosa de quem era considerado, mercadoria sem alma, outras tantas vezes associado a pratica de feitiçaria.  


 Bibliografia: 

FERNANDES, Tania Maria. Botica, Industrias Farmacêuticas e grupos de pesquisa em plantas medicinais origens no brasil. Scielo Books, 2004. Disponível em: <http://books.scielo.org/id/bg6yw/pdf/fernandes-9788575413487-03.pdf>. Acesso em: 14 dez.2020. 

Gobbi, Leonardo Delfin. Urbanização Brasileira. Globo Educação. Disponível em: <http://educacao.globo.com/geografia/assunto/urbanizacao/urbanizacao-brasileira.html#:~:text=At%C3%A9%201950%20o%20Brasil%20era,o%20aumento%20do%20%C3%AAxodo%20rural.>. Acesso em: 14 dez.2020. 


domingo, 27 de junho de 2021

 O que é contemporâneo?


Seguindo a linha etimológica da palavra, contemporâneo expressa oque é atual, que vive na mesma época, no entanto o uso de contemporaneidade é um pouco mais complexo, levando em consideração que estamos sempre em uma sociedade contemporânea em relação ao presente, no entanto estamos em uma vivencia rustica em que a coexistência da qual a contemporaneidade se torna ultrapassada. Chegando a ser metafisico e complicando o entendimento.

No entanto, de modo mais simplista a contemporaneidade é a idade contemporânea, ou seja, o momento em que coexistimos no espaço tempo e que é marcada por constante evoluções, alguns retrocessos, que vai do meio social no qual estamos inseridos a economia e politica global. 

O uso da frase “CONTEMPORANEO”, está intrinsicamente associado, devido ao processo educacional e cultural da sociedade na qual estamos inseridos, comumente com ramos específicos da arte, seja nos palcos ora seja nas expressões urbanísticas e arquitetura, no entanto o termo vai muito além disso e o maior exemplo disso é que desde a revolução francesa há mais de 200 anos estamos vivendo uma era contemporânea sem previsão de termino. 

É notório os problemas da estrutura social na qual estamos inseridos, a crise sanitária ocorrida, em decorrência da pandemia do novo coronavírus, evidenciou essas mazelas deixou nitidificado a dimensão dos abismos sociais, expôs a fragilidade dos governos das suas politicas publicas em combate as doenças e preocupação com os seus cidadãos. As perdas em pleno período pandêmico já são incontáveis e irreparáveis, é possível que seja o marco do fim da contemporaneidade, ou não! Mas certamente será um grande divisor de águas e momento de reflexividade dos seres humanos, que buscam melhoria e evolução, em busca de caminhos e convivência em com os outros seres vivos que habitam este plano e concomitantemente com os seus semelhantes.


  O preço da vida Recentemente essa discussão volta a martelar a estrutura social, em uma pesquisa onde se busca entender o preço de uma ...